Arquivos: https://github.com/HelioGiroto/Escatologia-em-Lucas
Esta época foi a época mais próxima à estas profecias.
Incluia a destruição do templo em 70 dC e o aparecimento de muitos pseudo-messias em Israel
Dentro desta primeira parte deste sermão estão profetizadas as revoluções: Francesa, da URSS comunista, e as duas primeiras guerras mundiais.
Neste periodo, a volta de Cristo não estava próxima, pois o fim não seria logo, já que a Figueira ainda não tinha revivido!
Aqui o Senhor dá um salto na profecia, avançando até a época que corresponde à primeira metade dos 7 anos de Tribulação.
Este é o mesmo trecho de Mateus 24:7-14.
E é o cumprimento da abertura dos selos.
A partir do vs. 12 notamos a expressão: "Mas antes de todas estas coisas". Isto é, Jesus volta a falar do tempo da Igreja, antes do inicio do Princípio das Dores.
Se trata em especial do princípio da igreja, onde eles recebem o aviso que seriam perseguidos nas sinagogas (João 16:2a). Aqui é quando a Igreja e o Judaísmo se separam de vez.
Dos vs. 20 ao 27, notamos um "Duplo Cumprimento" destas profecias:
Tem-se a ideia da época em que Jerusalém é destruida pelos romanos (em 70dC). Justo quando se dá a diáspora nestes mesmos anos (ver vs. 24).
Só em Lucas dá para se notar este duplo cumprimento, já que Lucas é um evangelho inspirado pelo Espírito Santo escrito aos gentios.
Porém os "dias de vingança" e a "ira sobre este povo", não pode se referir plenamente ao tempo da Igreja, mas sim se dará na Tribulação.
O outro tempo é claro que se refere a Grande Tribulação que se dará no futuro, precisamente da metade dos 7 anos para frente. Veja tb em Mt 24:15-30 (*Mateus: evangelho escrito aos judeus!).
Embora se perceba um quase "duplo cumprimento" (apenas nos vs. 20-24), este trecho só vai se cumprir totalmente na Grande Tribulação (2a metade dos 7 anos), que inclui grandes cataclismos celestiais e catástrofes na terra e céu; e que terminará com a vinda visível de Cristo à Terra.
Depois do versículo 28, onde parece que o Senhor tivesse terminado o assunto, mais uma vez Ele retorna no tempo da Igreja, e profere a parábola profética da Figueira.
Israel seria devastado e sumiria do mapa. Mas no futuro, voltaria a renascer. Isso se deu em Maio de 1948.
A partir deste acontecimento, se poderia sim dizer que "está perto". Logo, a partir de 1948, podemos pregar sem medo de errar que Jesus está muito próximo, às portas.
Aqui encontramos a expressão "não passará esta geração".
Se nota tb que aqui (vs 34) aparece a expressão "aquele dia" (No singular. Diferente de "dias" - vs. 6, 22 e 23). Este dia é "auquele dia" que Ele tiinha dito anteriomente no cap. 17 de Lucas. É o iminente dia do Arrebatamento, que virá sem aviso prévio, de surpresa! Perceba que aqui tem uma referência do que Cristo já havia ensinado muito antes (cap. 17) sobre os dias anteriores ao Arrebatamento em que "muitos que comiam, bebiam, casavam, compravam, vendiam..." (veja embriaguez, glutonaria e cuidados da vida).
Não resta dúvida que este trecho se refere aos dias de hoje até o arrebatamento.